terça-feira, 24 de outubro de 2017

As mais belas ring girls do UFC

O UFC além de belas finalizações, nocautes históricos
e disputas inesquecíveis, proporciona para os que acompanham
muita beleza aos olhos: são as ring girls,
que passeiam pelos octógonos com placas importantes para a luta
e exibem os seus corpos esculturais.
você ainda não sabe quais são as atuais ring girls do UFC, acompanhe.

Arianny Celeste

Considerada a ring girl mais famosa do UFC,
a americana Arianny arranca suspiros de muitos marmanjos.
Com 30 anos e tendo sido capa da Playboy,
a morena fez sua estréia em 2006 no UFC e não parou de brilhar.

Rachelle Leah

A sedutora Rachelle já foi capa de muitas revistas masculinas
e trabalhou em diversos programas de TV.
Modelo, atriz e ring girl do Ultimate, a americana adora posar para fotos com seus cabelos castanhos
e seu corpo fenomenal.

Vanessa Hanson

Com 1,72 de altura, Vanessa é também americana.
Ex-Strickeforce e fica de biquíni, agora no evento de Dana White,
para apresentar os rounds das lutas.





Jhenny Andrade

Essa loira supersexy está brilhando no UFC
e mostrando o que a mulher brasileira tem de melhor.
Nascida em São Paulo e artista desde criança,
Jhenny mostra as suas curvas a cada vez que sobe no octógono
e deixa todo mundo babando!

Luciana Andrade

Curitibana, Luciana está representando o Brasil
da melhor forma possível como “octagon girl”.
Com 28 anos de idade, a bela morena é formada em Direito
e também modelo profissional.
Em uma passagem pelos EUA para estudar inglês,
acabou encantando o público ao fazer
participações em eventos internacionais.


Eddie Lawson - Steady





'Steady' Eddie Lawson sagrou-se tetracampeão
na era dourada das 500cc.
Entre 1983 e 1992 - nos nove anos em que competiu no Mundial,
Lawson bateu, entre outros, Barry Sheene, Marco Lucchinelli,
Freddie Spencer, Wayne Gardner, Wayne Rainey, Kevin Schwantz, Mick Doohan,
Randy Mamola, Christophe Sarron e Ron Haslam...
É a realeza das 500cc.

São 15 títulos mundiais!
O melhor entre os melhores nessa fabulosa época.



Método e talento 
Lawson também teve coragem de fazer algumas apostas
arriscadas ao longo da sua carreira.
No final de 1988, divergências salariais com Giacomo Agostini,
então Team Manager da Yamaha, levaram-no a deixar a marca
que lhe deu três títulos mundiais e a assinar pela Honda.
Mas Lawson nem sequer faria parte da equipa oficial,
na altura entregue a Gardner e Doohan – em vez disso,
trabalharia com o lendário preparador Erv Kanemoto,
que anos antes tinha acompanhado Freddie Spencer
na fenomenal ascensão do americano. 
e Kanemoto precisaram de quatro GP’s para transformar
uma das motos mais difíceis (e potentes) do plantel 
a NSR500 – numa máquina verdadeiramente demolidora. 
Campeão à frente do velho amigo Rainey,
seu antigo companheiro nas dirt-tracks e nas Superbikes americanas.
Foi o famoso título consecutivo com motos diferentes.
Mas a derradeira lição de classe estava reservada para 1991,
quando aceitou pilotar e desenvolver a débil Cagiva. 
No ano seguinte, Lawson deu a primeira vitória à marca italiana nas 500cc,
à chuva, no GP da Hungria.
Quando perguntámos a Simon Buckmaster, atual manager da Parkalgar Honda
e piloto do Mundial nos anos 1980 e 90, quem foi o melhor
entre os melhores nessa fabulosa época, a resposta surgiu rápida:
Eddie Lawson.

Bike Heroes - Schantz, Mamola, Rainey, Lawson and Gardner

Wayne Rainey - O brilhantismo metódico


Rainey dominou o Mundial no apogeu
das brutais 500cc a dois tempos.
Máquinas infernais de pouco mais de 100kg e 180 cavalos, com uma pequena faixa de potência
mas de uma entrega instantânea e letal:
os limites só estavam ao alcance de predestinados.
O brilhantismo metódico.

Na Superbike, onde levantou dois títulos,

o primeiro em 1983 para a Kawasaki,
e em 1987 Rayney ganhou o segundo título
da Ama Superbikes, desta vez para a Honda.
contra um jovem texano quatro anos mais novo
chamado Kevin Schwantz.
Os épicos duelos entre os dois começaram nesse ano

no famoso Desafio Transatlântico, na Inglaterra.
Durante as seis temporadas que participou,

Rainey e Schwantz foram como Prost e Senna:
dois pilotos de caráter dominante e de estilos opostos
- mas que aparentemente precisavam um do outro para chegarem ao limite.

Três títulos não contam a história toda

sobre Wayne Rainey.
Rumo ao quarto título, Rainey liderava

com sua Yamaha o GP da Itália em Misano.
Então às 13:29 horas locais em 5 de setembro de 1993,

já no meio do GP, ele cai na primeira curva do circuito,
após perder a traseira da moto.
Jogado dela, deslizou pela pista a mais de 160Km/h, começando capotar quando entrou na areia da área

de escape, e depois levando ainda um tranco
de sua moto desgovernada.
Ou do capotamento na areia ou da batida

da moto em suas costas,
a fratura da sexta vértebra toráxica
o deixou paraplégico, sem movimentos
do peito para baixo.
Ficou com seu rival e amigo Kevin Schwantz

a vitória no GP e no mundial de 1993.
O melhor dos anos 90!

Wayne Rainey the best

King of the Mountain




William Joseph Dunlop, mais conhecido
como Joey Dunlop (Ballymoney, 25 de fevereiro de 1952
–– Tallinn, 2 de julho de 2000),
foi um motociclista norte-irlandês.
Dunlop morreu instantaneamente durante uma corrida
nas ruas de Tallinn, na Estônia,
após perder o controle de sua moto
devido a torrencial chuva que caia
e projetar-se de encontro com às árvores
próximas ao local.
Altamente supersticioso , ele sempre usava
uma camiseta vermelha e um capacete amarelo.
Dunlop ajudou órfãos nos Balcãs, dirigindo uma van carregada de suprimentos para orfanatos
na Romênia, Albânia e Bósnia-Herzegovina
antes da temporada de corrida anual ter começado.
Em 1996, ele recebeu um OBE
(Ordem do Império Britânico)
para o seu trabalho humanitário.
Após a morte de Dunlop, a Fundação Joey Dunlop
foi iniciada, uma instituição de caridade
que providencia acomodações adequadas
para visitantes com deficiência na Ilha de Man.
Em 30 de janeiro de 2015, Dunlop foi eleito
a maior estrela esportiva da Irlanda do Norte
pelos leitores do jornal Belfast Telegraph.
Em 2016, ele foi eleito o 2º maior ícone de motociclismo
de todos os tempos, um atrás de Valentino Rossi pela conceituada revista Motorcycle News.
Dunlop é o recordista de vitórias
no tradicional e prestigiado TT da Ilha de Man,
com 26 vitórias em 78 participações.
Dentre suas mais de 160 vitórias no motociclismo,

sua primeira ocorreu apenas oito anos (em 1977)
após seu início nas competições,
vencendo justamente uma corrida
do torneio da Ilha de Man, na categoria Jubilee TT,
correndo com uma Yamaha TZ750.

Joey Dunlop tribute best champions of the world

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"Se não vives para servir, não serves para viver."